1.9.09
Preto no Branco
Ao se querer que tudo seja preto no branco criamos inumeráveis nuances de pretos, brancos e cinzas. Pode-se pensar então que a polarização e simplificação , ao ser aprofundada verdadeiramente é uma síntese dialética que perpetua sua tese e sua antítese, e mais do que isso, as multiplica em nível exponencial bem como sua síntese. Desse modo todas as cores passam a ser representadas pelo preto, pelo branco e pelo cinza. Causando assim mais confusão do que solução ao problema da identificação e dá separação das coisas. É como tentar entender o verde e suas tonalidades através do cinza.
28.6.09
Sob/re Dadá.
Sob Dadá.
"será arte tudo o que eu disser que é arte" (Duchamp)
"A obra de arte nao deve ser a beleza em si mesma, porque a beleza está morta" (Tzara)
"o pensamento se faz na boca" (Tzara)
"sou por princípio contra o manifestos, como sou também contra princípios" (Tzara)
"Pegue um jornal.Pegue a tesoura.Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.Recorte o artigo.Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.Agite suavemente.Tire em seguida cada pedaço um após o outro.Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.O poema se parecerá com você.E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público." (Tzara)
Sobre Dadá.
4.6.09
Retomando
Minhas intenções com isso são puramente idílicas:
Todos e tudo não são influenciados por isso.
O mundo continuará igual.
Toda função atribuida a isso é nula.
Toda a nulidade atrabuida a isso é , por sua vez, também nula.
e por último, não há por último.
Bons sombreamentos.