28.10.10

Mudanças.

Virações sazonais, um dia você está, no outro não está. Num dia ... Você.




No outro... outro.
e qual o problema? buscar a unidade em vez de criar coerência.
Vise o fim e serás o caminho, seja o fim, e terás um caminho.

21.10.10

hmmm, vai saber...

Sexo?tesão.. corre, sobe, transpira, respira.

Tenso. extenso, pelo corpo e pelos poros. Horas, horas, e horas... passam suando, pulsando, gozando. gozando? pulsando, fumando, sentindo.

Com quantas bases se faz um polígono? acho digno. Que se tire a roupa lentamente, e que cada gesto seja uma dança e que cada dança exprima um gesto. e os corpos, ah! os corpos... os corpos gemem.
os corpos gritam!
os corpos gozam!
tanto gozo jorra, explode, transita!

ah, por que? por que não?
vamos embora, pra hora, pra onde, me leve pra longe daqui, dali, de mim e de nós.
me leve , eleve releve. leve. pegue leve.

Leva, lava, louco, junto contigo e comigo e conosco em puros extases dionisíacos, por que dionisíaco é já retomado, reapropriado, reutilizado. é novo em sua antiguidade. é . será?

ai, ai ai... quero gozar... em você, por você, com você.
quero? gozo. nem que seja pelos olhos, nem que seja pela vida, nem que seja pelo corpo.

12.10.10

Humus

De olhos vermelhos, de pelo branquinho, eu sou só um coelinho... ou algo assim.
As vezes o tempo deve ser lento. deve? não.. temos ciclos... temos?
não, nem isso. algo.
podemos ir com algo. muda? modifica? segue... desloca. muta.
um pouco diferente. tempo para tudo, tempo para nada.

limite. limita-se para entender. limitar, delimitar.

E o frio do começo do verão pode ser união. e o começo do verão pode ser primavera. e tudo pode ser intenso sem ser múltiplo ou múltiplo sem intensidade. Ou intensamente múltiplo, e unamente fraco. Vem em frascos, as vezes em pacotes prensados, as vezes em cartelas. depende da época do ano e do estado da mente sórdida.

4.10.10

Vote.

Mais, apenas, uma festa da democracia. Como domingo, sempre.
E nós sentados na chuva, embaixo do bar. Com guarda-chuva-passa-tempo. Com um, com, dois, com três, com todos.

E o rio estoura panturrilha. Escadas e degraus e escadas e degraus. Ir mais alto? Rolar escada abaixo? Por todo corpo corre em comichões e ondas, passando sua carga elétrica por entre todas as células. Pulsa na veia e esquenta a pele. Olha, o olho. As bolas de basquete.

Corre explode-me. Até o cansaço abater o ultimo guerreiro. Guerrilheiro. entrincheirado em si mesmo, sempre sobre si mesmo até não haver mais nada. Nada além das dobras e redobras daquilo que agora se diz Homem.

Pencas da feira. Segunda de nuvem. Domingo de chuva. Sábado de encruzilhadas. Cruz luz arte estrela. "Crucifiquei meu corpo pregando-o ao mundo, não sou mais corpo, mundo."