4.10.10

Vote.

Mais, apenas, uma festa da democracia. Como domingo, sempre.
E nós sentados na chuva, embaixo do bar. Com guarda-chuva-passa-tempo. Com um, com, dois, com três, com todos.

E o rio estoura panturrilha. Escadas e degraus e escadas e degraus. Ir mais alto? Rolar escada abaixo? Por todo corpo corre em comichões e ondas, passando sua carga elétrica por entre todas as células. Pulsa na veia e esquenta a pele. Olha, o olho. As bolas de basquete.

Corre explode-me. Até o cansaço abater o ultimo guerreiro. Guerrilheiro. entrincheirado em si mesmo, sempre sobre si mesmo até não haver mais nada. Nada além das dobras e redobras daquilo que agora se diz Homem.

Pencas da feira. Segunda de nuvem. Domingo de chuva. Sábado de encruzilhadas. Cruz luz arte estrela. "Crucifiquei meu corpo pregando-o ao mundo, não sou mais corpo, mundo."

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