15.6.10

Ponta, janela.

Vou à janela pegar um ar

Um ar de poesia matinal

Que cai, cai, cai... cai sem controle

Cai sem poder mais voltar.

Pobre, pobre...

Apenas ponta

Jaz aqui agora morta

Seu corpo se foi com o vento

Seu corpo caiu pelo tempo

Seu corpo... ponta... se foi.

E não foi querido, foi caído.

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