Vou à janela pegar um ar
Um ar de poesia matinal
Que cai, cai, cai... cai sem controle
Cai sem poder mais voltar.
Pobre, pobre...
Apenas ponta
Jaz aqui agora morta
Seu corpo se foi com o vento
Seu corpo caiu pelo tempo
Seu corpo... ponta... se foi.
E não foi querido, foi caído.
Nenhum comentário:
Postar um comentário